O Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, defendeu, esta quarta-feira, um modelo de governação mais inclusivo para a capital do país. Falando na abertura da XIII Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, que acolheu os trabalhos da Vigésima Sétima Reunião Plenária, o edil sublinhou a abertura ao diálogo como uma das marcas da sua gestão.
Manhique justificou, deste modo, um dos três pilares fundamentais com que o seu executivo tem conduzido os destinos da autarquia. Segundo o governante, o primeiro vetor assenta na proximidade com o munícipe, sustentando que nenhuma política pública eficaz pode ser desenhada de forma isolada e distante da realidade dos cidadãos.
O edil apontou que esse princípio de proximidade se traduz nas visitas sistemáticas que tem efectuado aos distritos municipais. O modelo inclui a realização de conselhos consultivos descentralizados, audiências públicas e encontros de trabalho com associações comunitárias, agentes económicos, confissões religiosas, agremiações juvenis, grupos de mulheres e representantes da sociedade civil.
Para além da proximidade com as comunidades, o líder do município de Maputo elegeu a transparência na gestão da coisa pública e a justiça social como os restantes eixos estratégicos que norteiam a atuação do atual elenco camarário, visando assegurar um desenvolvimento equilibrado para a urbe.
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