A desactivação dos centros de acolhimento no distrito da Moamba deixou mais de 600 famílias numa situação de extrema necessidade. Muitas destas pessoas perderam a totalidade dos seus bens e não conseguem reaproveitar os materiais das antigas residências para erguer novas habitações.
Segundo apurado pela Miramar, o impacto das cheias e inundações no distrito afectou, no total, cerca de duas mil pessoas, sendo que o Instituto Agroindustrial da Moamba chegou a acolher mais de 54 famílias durante o pico da emergência. Neste momento, a prioridade das vítimas foca-se na obtenção de material de construção e de insumos agrícolas, visto que a maioria depende da agricultura para a sua subsistência.
Segundo Angelina Savele, responsável pelo centro de acolhimento, embora o número de pessoas acolhidas tenha reduzido à medida que algumas áreas começam a secar, ainda existem muitas casas totalmente alagadas, o que impede o regresso seguro de várias famílias.
As autoridades e a população clamam por apoio, principalmente em material de construção para a retoma e continuidade das suas vidas.
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