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HCM PROMOVE REFLEXÃO SOBRE A COMPAIXÃO E O CUIDADO HUMANIZADO NAS CELEBRAÇÕES DO DIA MUNDIAL DO DOENTE

Sob o lema “Amar carregando a dor do outro”, o Arcebispo de Maputo, Dom João Carlos Nunes, apelou aos profissionais de saúde para encararem a sua missão como um ministério de amor e serviço gratuito.

O Hospital Central de Maputo (HCM) assinalou, ontem (12.02.2026), o Dia Mundial do Doente. A data, instituída em 1992, coincide com a memória de Nossa Senhora de Lourdes e serve como um momento de profunda reflexão sobre a fragilidade humana e o dever de solidariedade.

A cerimónia solene foi dirigida pelo Arcebispo de Maputo, Dom João Carlos Hatoa Nunes, reunindo pacientes, médicos e enfermeiros numa celebração de proximidade.

Na sua homilia, o Arcebispo evocou a figura do Bom Samaritano, sublinhando que cuidar de quem sofre exige gestos concretos que vão para além da técnica. Dom Carlos Nunes dirigiu-se aos profissionais de saúde, enfatizando que o seu trabalho é uma vocação e um chamado que não pode ser totalmente compensado apenas por valores materiais, pois a vida humana é um bem de valor inestimável.

Ainda Segundo o clérigo, o cuidado médico deve ser uma “prova visível do amor a Deus”. O Arcebispo também dedicou palavras de conforto aos enfermos, combatendo a ideia de que a doença retira o valor social ao indivíduo.

Dom Carlos Nunes afirmou que os doentes não são “meras estatísticas ou números de processos clínicos”, mas sim presenças preciosas que desafiam a sociedade a exercer a caridade. “Vocês são o nosso altar”, declarou, assegurando que a comunidade deve ser o suporte daqueles que enfrentam a solidão e o isolamento causados pela enfermidade.

MIRAMAR

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