A guerra no Médio Oriente expandiu-se esta segunda-feira para incluir as milícias apoiadas pelo Irão, após um ataque do Hezbollah contra Israel. Em resposta, as forças israelitas atingiram o grupo no Líbano, causando pelo menos 31 mortos.
Simultaneamente, operações conjuntas entre Israel e os Estados Unidos atingiram diversos alvos em território iraniano. Perante a ofensiva, Ali Larijani, alto funcionário da segurança iraniana, afirmou categoricamente que o país não irá negociar com o governo norte-americano.
O cenário diplomático apresenta sinais contraditórios, uma vez que Donald Trump sinalizou estar aberto ao diálogo com a nova liderança do Irão, um dia após ter incentivado a população local a assumir o controlo do governo. Por outro lado, o Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano sugeriu que algumas unidades militares poderão estar a agir de forma independente do controlo central, justificando assim ataques contra nações do Golfo que serviam de intermediárias para Teerão.
De acordo com líderes iranianos, mais de 200 pessoas já perderam a vida desde o início dos ataques que resultaram na morte do Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei, e de outros dirigentes seniores.
A instabilidade agrava-se com a fragmentação interna e a retaliação militar em várias frentes, mantendo a região sob uma tensão extrema e com consequências humanitárias crescentes.



















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