A prisão de Nicolás Maduro está a alimentar a obsessão do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, por armas nucleares. Segundo analistas internacionais, este acontecimento enviou um sinal de alerta para Pyongyang, consolidando a ideia de que o armamento atómico é a única garantia de sobrevivência do regime.
A queda de Maduro reforçou a percepção de vulnerabilidade entre regimes autoritários, avaliam especialistas. Para estes observadores, a deposição do antigo líder venezuelano demonstra que, sem uma capacidade de dissuasão militar forte, as lideranças autocráticas ficam expostas a pressões externas e movimentos de oposição que podem levar à perda do poder e à detenção.
Desta forma, o cenário na Venezuela é visto por Kim Jong-un não como um evento isolado, mas como uma lição política que justifica o isolamento e o investimento contínuo no programa nuclear norte-coreano.



















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