Um grupo de moradores do bairro Santagua, em Quelimane exaltou-se após alegações de que a escola estaria a esconder uma suposta “feiticeira”, que teria aparecido sob a forma de uma lagartixa e assustado os alunos.
Diante do medo manifestado pelas crianças, os moradores associaram o animal a práticas de feitiçaria.
Perante as câmaras da Miramar, a direcção da escola refutou categoricamente a existência de qualquer feiticeira nas instalações.
A negação por parte da gestão acabou por intensificar a revolta popular, culminando em actos de vandalismo.
A directora distrital de Educação em Quelimane deslocou-se ao local para avaliar os danos, tendo igualmente reforçado o apelo à direção da escola no sentido de envidar todos os esforços para a retoma das aulas com a maior brevidade possível, tendo em conta a proximidade das avaliações finais do primeiro trimestre.

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