A guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão completa, este sábado, 28 de março, um mês de combates intensos, acumulando um balanço trágico de mais de 1.900 mortos e 20 mil feridos, segundo dados da Cruz Vermelha.
O conflito, que teve início com a morte do Líder Supremo Ali Khamenei logo na primeira ofensiva, viu o seu filho, Mojtaba Khamenei, assumir o poder num clima de forte tensão interna e críticas de Washington.
Donald Trump anunciou agora uma pausa estratégica nos ataques às usinas de energia iranianas até ao dia 6 de Abril, alegando que as negociações estão a avançar. Contudo, o Pentágono mantém a ameaça de destruição total das infraestruturas energéticas caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto, uma via vital onde o bloqueio da Guarda Revolucionária já fez disparar o preço do barril de Brent para os 120 dólares, asfixiando a economia global.
No plano diplomático, o abismo entre as partes permanece profundo. O Irão recusou formalmente uma proposta de paz de 15 pontos submetida pelos EUA através do Paquistão, que exigia a desactivação imediata das usinas de enriquecimento de urânio em Natanz e Fordow, além do fim do financiamento ao Hamas e Hezbollah.
Em resposta, Teerão apresentou cinco condições inegociáveis, que incluem o pagamento de reparações de guerra e a garantia de soberania absoluta sobre o Estreito de Ormuz.
Enquanto as autoridades iranianas desdenham publicamente da diplomacia americana, Israel Katz, Ministro da Defesa israelita, alertou que a ofensiva será expandida para o “coração de Teerão” e áreas de suporte ao regime, visando neutralizar lançadores de mísseis balísticos que continuam a visar território israelita apesar dos avisos de retaliação.
R7.com
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