O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, recebeu em audiência o diretor da Divisão do Grupo Banco Mundial em Moçambique, Fily Sissoko, marcando o lançamento oficial do novo quadro de parceria entre Moçambique e a instituição financeira para o período de 2026 a 2031. O programa prevê um amplo portfólio de financiamento público e privado destinado a impulsionar o crescimento económico, criar empregos e reforçar a consolidação macrofiscal do país.
Segundo a ministra das Finanças, Carla Fernandes Louveira, o novo quadro de parceria foi recentemente aprovado pelo Conselho do Banco Mundial e define os projetos a serem desenvolvidos entre 2026 e 2031, com um investimento público avaliado em cerca de seis mil milhões de dólares. O programa também prevê mobilizar mais quatro mil milhões de dólares para o setor privado, através de agências especializadas do Banco Mundial, como a IFC e a MIGA.
Carla Louveira destacou ainda a disponibilização de duas linhas adicionais de financiamento: uma de prevenção e resiliência, no valor de 450 milhões de dólares, válida por três anos, e outra de caráter emergencial, já desembolsada em 20 milhões de dólares. Estas linhas destinam-se a financiar ações de resposta a emergências em diferentes setores do Estado, incluindo saúde, obras públicas, habitação e recursos hídricos, bem como o Instituto Nacional de Gestão de Desastres.
Fily Sissoko explicou que o novo quadro de parceria tem como foco a criação de empregos e oportunidades económicas, especialmente em setores estratégicos como energia, agricultura e turismo. O responsável destacou que os projetos visam gerar benefícios diretos para os moçambicanos, melhorando a qualidade de vida e fortalecendo a economia nacional.
O diretor do Banco Mundial classificou o encontro como muito positivo e elogiou a orientação do Presidente Chapo, centrada na aceleração da execução dos projetos. Segundo Sissoko, a mensagem-chave do Chefe de Estado foi de “execução, execução, execução”, sublinhando a importância de garantir que o financiamento atinja efetivamente a população e contribua para o desenvolvimento económico de Moçambique.





















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