Um cidadão de nacionalidade congolesa, está a contas com a polícia indiciado no crime de facilitação de entrada ilegal de estrangeiros no país, e falsificação de documentos.
Segundo apurou a Miramar junto da polícia da República de Moçambique (PRM), o acusado pertence a uma rede de falsificação de documentos como: documento de identificação de refugiados, Documento de Identificação de Residência para Estrangeiros (DIRE) e cartas de condução.
A PRM afirma que os documentos falsos eram produzidos na África do Sul, e posteriormente entregues ao acusado para vender aos estrangeiros em situação irregular em Moçambique. Até então, contabiliza-se mais de 20 documentos produzidos.
O indiciado de 49 anos, comerciante com residência fixa na cidade de Maputo há mais de 15 anos, foi preso no mercado grossista do Zimpeto, quando tentava fazer mais uma entrega.
Neste momento, a PRM está a trabalhar com a polícia sul-africana para desmantelar essa rede de falsificação que se supõe envolver moçambicanos e estrangeiros.

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