As chuvas intensas dos últimos dias estão a paralisar a mobilidade urbana em Quelimane, afetando severamente o transporte por bicicletas, o principal meio de locomoção dos munícipes.
O cenário de lama e águas estagnadas nas vias públicas resultou numa quebra drástica da rentabilidade dos taxistas, que enfrentam ainda custos acrescidos com avarias mecânicas frequentes causadas pelo estado precário das ruas.
Para os utentes, a situação traduz-se em atrasos sistemáticos no acesso ao trabalho e a serviços básicos. A saturação dos solos e a deficiência na drenagem impedem a livre circulação, gerando um descontentamento crescente entre os cidadãos que se veem condicionados pelas águas paradas em diversos bairros da capital da Zambézia.
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