A tensão voltou a subir nas imediações do posto policial de Zalala, na cidade de Quelimane, depois de a população intensificar a manifestação em defesa dos dois curandeiros detidos pelas autoridades.
Apesar de várias tentativas de diálogo e sensibilização para que os manifestantes abandonassem o local, a Unidade de Intervenção Rápida (UIR) viu-se obrigada a disparar gás lacrimogéneo para dispersar a multidão.
Os manifestantes recusaram recuar e passaram a adotar novas formas de protesto, incluindo a colocação de barricadas na estrada, interrompendo a circulação de viaturas e elevando ainda mais o clima de tensão na zona.
