Foram enterrar, este sábado, os restos mortais do jovem moto-taxista barbaramente assassinado nas matas do distrito da Moamba, na província de Maputo. O funeral ficou marcado por um forte sentimento de revolta da família, que denuncia o aparente abandono por parte do patrão da vítima.
Segundo contaram os familiares à Miramar, o empregador, que seria um agente da Polícia de Trânsito, teria prometido assumir parte das despesas fúnebres, incluindo a compra do caixão, compromisso que não foi honrado. A família esclareceu que a remoção do corpo para o Hospital Provincial da Matola e as cerimónias fúnebres só foram possíveis graças à solidariedade de vizinhos e colegas de profissão da vítima.
Segundo sabe à Miramar, os colegas de actividade foram o principal suporte da família neste processo, lamentando que o patronato tenha ignorado as responsabilidades num momento em que era mesmo necessário, poisa vítima não tinha muitos parentes em Maputo.
Tentativas da Miramar em estabelecer contacto telefónico com o proprietário da motorizada para obter esclarecimentos resultaram em fracasso. Neste momento, a comunidade local clama por justiça, exigindo a resolução do homicídio.
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