A Bancada Parlamentar do PODEMOS iniciou a III Sessão Ordinária da Assembleia da República com um discurso focado na necessidade de transparência e na reafirmação do Parlamento como um instrumento de proximidade ao povo.
O Chefe da Bancada sublinhou que a instituição deve funcionar como um espaço de representação plural e não como um palco para apropriação por qualquer grupo ou maioria circunstancial, defendendo que as estruturas do Estado pertencem a todos os moçambicanos e não a elites ou partidos.
No contexto das recentes calamidades naturais, o PODEMOS expressou a sua solidariedade para com as vítimas das cheias, mas aproveitou a ocasião para lembrar que o povo não exige promessas, mas sim resultados concretos.
O partido criticou a tendência de justificar falhas governativas, apelando a que o Parlamento exerça o seu papel de fiscalização com coragem e independência, colocando o interesse nacional e a justiça social acima de conveniências políticas momentâneas.
A bancada reafirmou o seu compromisso de ser a voz firme da responsabilidade histórica, incentivando um debate onde a divergência seja respeitada e a vontade do povo seja o guia das decisões legislativas.
Para o PODEMOS, a democracia moçambicana só sairá fortalecida se as instituições servirem verdadeiramente para corrigir os erros do passado com transparência e sentido de Estado, honrando assim o mandato confiado pelos cidadãos.
