Estes ataques marcam a primeira resposta militar dos EUA aos persistentes ataques de ‘drones’ e mísseis contra navios comerciais, desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza.
Os Estados Unidos e o Reino Unido começaram esta quinta-feira uma operação militar contra os rebeldes Houthis, sendo que o presidente norte-americano e o primeiro-ministro britânico já confirmaram os ataques, que também contam com forças de outros países que estão presentes na coligação Operação Guardião da Prosperidade, e que surgem à margem da guerra entre Israel e Hamas, na qual os Houthis também entraram.
As forças armadas norte-americanas e britânicas utilizaram mísseis Tomahawk lançados por navios de guerra e caças nos ataques contra os rebeldes apoiados pelo Irão, adiantaram vários responsáveis norte-americanos à Associated Press, num ataque que também envolve submarinos.
Presente nos ataques está o USS Florida, um submarino capaz de lançar mísseis balísticos que chegou ao Mar Vermelho a 23 de Novembro, na altura para servir de manobra de dissuasão.
Os alvos militares incluem centros logísticos, sistemas de defesa aérea e locais de armazenamento de armas. Estes são os primeiros ataques norte-americanos aos Houthis desde 2016.
De acordo com a Reuters, há relatos de várias explosões em Sana, capital do Iémen e de aviões de guerra britânicos e norte-americanos no espaço aéreo do país, parcialmente controlados pelos rebeldes apoiados pelo Irão.
O Ministério da Defesa do Reino Unido foi o primeiro a dar alguma informação mais detalhada dos resultados do ataque, ainda que assinalando que se trata de avaliações provisórias.
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