Em uma conferência concedida a imprensa a PRM a nível da província da Zambézia avançou que foram registados três ilícitos eleitoral sendo o primeiro no distrito de Alto Molocué envolvendo um eleitor que pretendia votar pela segunda vez.
Mocuba e Quelimane contribuíram com um ilícito cada, envolvendo supostos delegados de partidos políticos que pretendiam participar do processo de votação com credenciais falsas sendo que em Mocuba a credencial estava na posse de um menor de idade supostamente do partido Renamo e em Quelimane do partido Podemos.
Apesar dessas ocorrências a PRM A nível da província da Zambézia considera que o processo de votação decorreu em um ambiente calmo e ordeiro.
