Moradores do bairro de Maxaquene-C debatem-se com crise de água desde janeiro deste ano. O facto faz com que percorram distâncias e suportem longas filas à busca do líquido precioso
Cenário que não mais se via nos bairros periféricos da capital Maputo. Filas de gente com recipientes à busca de água. É o bairro de Maxaquene onde o líquido precioso não jorra das torneiras há três meses.
A água que não é fornecida é facturada, segundo moradores. É difícil ter água, daí a necessidade de poupar ao conseguir.
Levantar cedo e suportar longa fila não é tudo. Há também a distância com o peso. Foi sem sucesso que tentamos contactar as autoridades associadas ao fornecimento de água.
