O Presidente Filipe Nyusi discursa publicamente pela última vez nessa qualidade e destaca entraves e desafios enfrentados nos últimos dez anos.
Exiguidade orçamental, corte do apoio externo, choques climáticos severos e a pandemia da covid-19 constam entre os principais factores que condicionaram o rápido desenvolvimento do país.
A agravar o cenário também está o terrorismo em Cabo Delgado, sendo por isso que também dirige uma palavra de gratidão aos jovens das Forças de Defesa e Segurança.
Ainda hoje, Filipe Nyusi dirigiu uma reunião com as FDS onde foi informado que os terroristas estão desarticulados e muitos deles em debandada do país.
Filipe Nyusi considera ter sido um privilégio servir aos moçambicanos, por isso dirige uma grande palavra de apreço e gratidão aos moçambicanos, pois “muitas vezes fizemos aquilo que se chama fazer omeletes sem ovos”.
O Presidente Nyusi diz que a transição é feita num clima de relativa estabilidade e lamenta as mortes, actos de vandalismo e saques.
Filipe Nyusi recorda ainda os papéis preponderantes desempenhados por Afonso Dhlakama e mais tarde por Ossufo Momade no processo de pacificação articulado entre o Governo e a Renamo.
Ao povo moçambicano, Filipe Nyusi pede que se una a volta de Daniel Chapo e do seu programa. Nyusi considera Daniel Chapo a pessoa certa para dirigir os destinos de Moçambique e vai saber fazer da diferença um factor de união entre os moçambicanos. Filipe Nyusi pede que a Comunidade Externa continue a apoiar Moçambique de forma genuína.
No momento da despedida, Filipe Nyusi agradece profundamente a Frelimo, partido que sugeriu aos moçambicanos Filipe Nyusi como líder.
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