No jogo de destaque da sexta jornada, o Ferroviário da Beira empatou esta tarde com o Ferroviário de Maputo, sem abertura de contagem. A partida, disputada no caldeirão do Chiveve, foi válida para a sexta ronda do Moçambola 2025.
Foi um jogo em que a primeira parte teve pouco para contar. Tanto o Ferroviário da Beira como o seu homónimo de Maputo demonstraram alguma apatia, típica de equipas que ainda sentem os efeitos das constantes paragens na principal prova futebolística do país. A falta de ritmo foi evidente, com nenhum remate enquadrado à baliza nos primeiros 45 minutos.
Na segunda parte, os “locomotivas” do Chiveve entraram determinados em mudar o rumo dos acontecimentos, mas a falta de eficácia dos seus dianteiros e a sólida organização defensiva do Ferroviário de Maputo impediram alterações no marcador.
As substituições feitas por ambas as equipas não surtiram efeito prático no resultado final. Akil Marcelino considerou o empate um resultado fora das cogitações da sua equipa, enquanto Carlos Manuel reconheceu que as interrupções do campeonato tiveram impacto negativo no desempenho das duas formações.
Os adeptos do Ferroviário da Beira mostraram-se satisfeitos com a entrega da equipa, mas frustrados com o resultado.
Com este empate, o Ferroviário da Beira soma agora 9 pontos, enquanto o Ferroviário de Maputo atinge 12 pontos, mantendo-se invicto e partilhando a liderança do Moçambola 2025 com o Chingale de Tete.
Na próxima jornada, os “locomotivas” do Chiveve deslocam-se ao Niassa para defrontar o seu homónimo de Lichinga, enquanto o Ferroviário de Maputo terá pela frente o Costa do Sol.
