O Zimbabwe iniciou a libertação de mais 4.000 presos ao abrigo de uma amnistia presidencial, numa tentativa de aliviar a superlotação nas prisões do país.
A medida foi anunciada pelo gabinete em fevereiro, no mesmo dia em que aprovou alterações à Constituição, como parte de um plano para estender o mandato do Presidente Emmerson Mnangagwa até 2030.
A ordem concede uma amnistia geral a categorias específicas de presos condenados, conforme autorizado pelo presidente.
Segundo Mnangagwa a acção reflete um compromisso com a justiça restaurativa e a compaixão nacional e que não inclui presos condenados por crimes graves.
Um total de 4.305 presos, incluindo 223 mulheres, serão libertos ao abrigo da Ordem de Clemência.
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