Em Julho de 2022, 29 dos 33 países da ASS com informações disponíveis tinham taxas de inflação superiores a 5% enquanto 17 países registavam uma inflação na ordem dos dois dígitos
Um relatório do Banco Mundial alerta que a o crescimento económico na África Subsariana vai baixar, e acrescenta que os Governos Africanos Precisam Urgentemente de Restaurar a Estabilidade Macroeconómica e Proteger os Pobres num Contexto de Crescimento Lento e de Alta Inflação.
Segundo a última publicação Africa ’s Pulse do Banco Mundial, uma análise semestral do panorama macroeconómico regional de curto prazo, o crescimento económico na África Subsariana (ASS) irá baixar de 4,1% em 2021 para 3,3% em 2022, uma revisão que regista uma queda de 0,3 pontos percentuais desde a última previsão de Pulse de Abril, o que se deve sobretudo a um abrandamento do crescimento global, incluindo a redução da procura de matérias-primas de África por parte da China.
Em Julho de 2022, 29 dos 33 países da ASS com informações disponíveis tinham taxas de inflação superiores a 5% enquanto 17 países registavam uma inflação na ordem dos dois dígitos.
A fome subiu abruptamente na ASS nos últimos anos em resultado dos choques económicos, violência e conflitos e condições climáticas extremas.
Mais de uma em cada cinco pessoas em África passa fome e cerca de 140 milhões viveram uma grave situação de insegurança alimentar em 2022, um aumento face aos 120 milhões em 2021, segundo a actualização intercalar do Relatório Global sobre Crises Alimentares 2022.
