Três militares das Forças de Defesa e Segurança e um cidadão chinês foram detidos na penitenciária provincial de Sofala, suspeitos de envolvimento na tentativa de venda de mais de duas mil armas de fogo numa fundição de ferro.
O Tribunal Judicial da Província de Sofala já realizou o primeiro interrogatório dos quatro arguidos. A juíza da secção de instrução criminal decidiu manter em prisão preventiva os três militares, enquanto o cidadão chinês foi colocado em liberdade mediante pagamento de caução, aguardando o julgamento fora da cadeia.
Segundo informações, o cidadão chinês é proprietário da fundição onde o material bélico, considerado obsoleto e proveniente de um quartel na cidade da Beira, seria comercializado.
A operação foi travada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal, que enfrentou resistência por parte dos militares, alegadamente apoiados por outros colegas mobilizados para impedir a intervenção.
A Miramar sabe que o tribunal judicial da província de Sofala exarou mandados de captura contra outros dois envolvidos no caso que segundo nossas fontes também sao membros das forças de defesa e segurança
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