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Sob o lema “Proteger a Integridade Financeira”, GIFiM celebra o Dia das Unidades de Informação Financeira 

No seminário comemorativo, a Secretária Permanente Albertina Fruquia defendeu que o combate aos crimes financeiros é crucial para salvaguardar a soberania económica do país

O Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM) assinalou o Dia Internacional das Unidades de Informação Financeira. A efeméride assume uma relevância estratégica para a comunidade financeira global e para todos os actores envolvidos na blindagem dos sistemas económicos contra os impactos desestabilizadores da criminalidade transnacional. 

Na abertura do seminário organizado para marcar a data, a Secretária Permanente do Ministério das Finanças, Albertina Fruquia, apontou o evento como uma plataforma ideal para renovar o compromisso público e internacional do país na consolidação de mecanismos transparentes.  

A dirigente destacou que estas unidades especializadas funcionam como pilares indispensáveis na promoção da legalidade e das boas práticas de governação institucional. 

A alta funcionária do Estado alertou para os efeitos devastadores da delinquência financeira no progresso das nações, vincando que os capitais com origem em actividades ilícitas provocam distorções no mercado formal, fragilizam a estabilidade das instituições públicas, minam a confiança dos cidadãos e afectam os investimentos estruturantes destinados ao crescimento económico e social. 

Albertina Fruquia contextualizou a actual conjuntura global como um cenário de elevada complexidade, caracterizado pela rápida digitalização dos serviços bancários e pela sofisticação dos fluxos de capitais operados por redes criminosas internacionais.  

Perante este panorama, as unidades de informação financeira consolidam-se como peças centrais na arquitectura global de prevenção e combate ao branqueamento de capitais, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa. 

A encerrar a sua intervenção, a Secretária Permanente frisou que a robustecimento dos sistemas de detecção, monitoria e repressão de transacções suspeitas ultrapassa o mero cumprimento de directrizes legais ou regulamentares. Trata-se de uma prioridade estratégica fundamental para assegurar a estabilidade macroeconómica e a própria segurança nacional. 


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