A selecção nacional de futebol do Egipto regressou, esta sexta-feira, ao Aeroporto da cidade nortenha de Nova Alamein, onde foi recebida de forma calorosa por centenas de adeptos, que aplaudiram a prestação da equipa no Campeonato do Mundo de 2026.
A formação egípcia alcançou, pela primeira vez na sua história, os oitavos-de-final da competição, antes de ser eliminada pela Argentina, na semana passada, num jogo dramático, e que ainda estrá a fazer rolar muita tinta.
Apesar da eliminação, o Egipto considerou ter sido prejudicado, depois de a Argentina recuperar de uma desvantagem de dois golos (2-0) e garantir a vitória com um golo de Enzo Fernández já nos descontos.
No final da partida, o seleccionador Hossam Hassan alegou que poderá ter existido pressão sobre a equipa de arbitragem para manter a Argentina em prova. Já a Federação Egípcia de Futebol afirmou que “vários lances decisivos suscitaram sérias preocupações e levantaram profundas dúvidas quanto à consistência e imparcialidade das decisões que influenciaram directamente o desenrolar do jogo”.
Por sua vez, o responsável pela arbitragem da FIFA, Pierluigi Collina, defendeu a actuação da equipa de arbitragem, rejeitando as acusações de favorecimento e assegurando que os árbitros actuaram com total independência.
Numa entrevista publicada esta quinta-feira, no portal da FIFA, Collina afirmou que as críticas dirigidas aos árbitros fazem parte do futebol.

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