O Governo da Venezuela exigiu a libertação imediata dos activos estatais e das reservas de ouro retidas no estrangeiro, justificando a urgência dos fundos para financiar a reconstrução do país após os devastadores sismos que abalaram o território.
A posição de Caracas surge numa altura em que as Nações Unidas lançaram, nesta quarta-feira, um apelo internacional de emergência para a mobilização de assistência humanitária e financeira. As primeiras estimativas indicam que o plano de recuperação da Venezuela necessitará de verbas volumosas, calculadas em milhares de milhões de dólares.
A catástrofe natural saldou-se em mais de 3.500 vítimas mortais e provocou milhares de desalojados. Enquanto as operações de engenharia e busca avançam no terreno para restabelecer os serviços básicos, equipas de psicólogos voluntários prestam apoio de emergência aos sobreviventes, tentando mitigar o impacto do trauma psicológico provocado pelo cenário de destruição.
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