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A história da princesa fenícia Jezabel (Lidi Lisboa) se passa em Samaria, capital do Reino do Norte (Israel). Sua trajetória está relatada no Antigo Testamento, nos livros de 1Reis 16.29 e 2Reis 9.34.

Jezabel é uma princesa fenícia, idólatra, que se casa com Acabe (André Bankoff), rei do Reino do Norte. Ela usa de sua beleza, sedução e muita maldade para tenta impor ao povo israelita a adoração aos seus deuses pagãos. A maioria dos israelitas acata as imposições de Jezabel, mas o profeta Elias (Iano Salomão), além de outros profetas e israelitas fiéis a Deus, não. Elias se torna o maior adversário de Jezabel.

Para que o casamento dela com Acabe aconteça, o rei Etbaal (Luciano Quirino), pai de Jezabel, trama o assassinato do pai de Acabe, rei Onri (Arthur Kohl), para acelerar a união entre sua filha e o príncipe israelita. A união dos povos é importante, em termos de estratégia militar, política e econômica. Mas, para que o casamento ocorra, Jezabel exige que Acabe construa um templo de adoração a Baal e um poste-ídolo de Aserá. Assim, a idolatria se espalha e se fortalece entre o povo, que abandonou a Deus.

Os israelitas fiéis são poucos, e eles fazem o possível para que o povo se arrependa dos seus maus caminhos e de suas injustiças, mas a maioria está irredutível. Elias se opõe firmemente contra o rei e sua noiva fenícia e avisa que, se a idolatria continuar em Samaria, haverá uma terrível seca. Jezabel fica furiosa com a afronta e ordena a morte de todos os profetas de Deus, inclusive a de Elias. Ocorre um verdadeiro massacre e centenas de profetas e discípulos de Deus morrem pela espada dos soldados de Jezabel. Contudo, 100 deles conseguem escapar. E, com a ajuda de um homem íntegro e temente a Deus, chamado Obadias (Juan Alba), administrador do palácio, eles ficam escondidos e são alimentados por ele em duas cavernas. Já Elias recebe um aviso de Deus e vai para o rio Querite. Ali, junto do seu ajudante, Dov (Andrey Lopes), o profeta é alimentado por corvos, que lhe levam pão e carne, pela manhã e pela noite.

Como profetizado, a seca logo chega e se instala, e são os mais pobres que mais sofrem. Para conseguir sobreviver, ao longo dos 3 anos e meio de miséria e privação, o povo passa a roubar, matar e a cometer vários atos de loucura. É nesse cenário desolador e de desespero, em busca de água e comida, que as pessoas começam a mostrar quem realmente são. É aí que vemos alguns personagens, tidos até então como fiéis, traindo, mentindo, roubando e se rebelando, para a surpresa de muitos. E Jezabel, que é a grande vilã, conduzirá a maior parte das ações. Entre elas, manipulará o rei Acabe, para que este sempre faça o que ela deseja. Ela arma um plano, por exemplo, para que Barzilai (Timóteo Heiderick), um honesto general israelita, caia do seu posto a fim de que o seu amante, o general fenício Hannibal (Rafael Sardão), seja nomeado como comandante geral do exército unificado de Israel e Fenícia. Isso causará atritos e disputas entre ele e Barzilai.

Acabe, que já vinha afastado dos ensinamentos de Moisés, se tornará cada vez mais um idólatra e mais manipulado por Jezabel.

Jezabel influenciará, ainda, as pessoas a cometerem muitas maldades e a traírem os próprios princípios, mas somente aqueles que não são definidos em seu caráter e em sua fé se deixarão persuadir e farão, até mesmo de forma inconsciente, o que ela tanto quer. Jezabel, enfim, será a personificação do mal, que não obriga ninguém a nada, mas lança a sua semente, e a pessoa decide se vai fazer o que ela quer ou não, pois tem o poder de escolha.

No auge da seca, o templo de Baal e o poste-ídolo de Aserá ficam prontos, e Acabe e Jezabel finalmente se casam. Antes, porém, Acabe conhece e se casa com Aisha (Adriana Birolli), uma camponesa doce e fiel a Deus. Sua personalidade forte e sua sabedoria irá contrastar com o temperamento de Jezabel, pois ela tentará abrir os olhos do marido para as maldades de sua noiva, Jezabel.

Com o casamento do rei Acabe com a agora, rainha Jezabel, o que parecia ruim, piora de vez, porque Jezabel passa a exigir que todos, por decreto real, passem a adorar Baal e Aserá, e para fazer com que o povo não se rebele, ela o “compra” com água e ração. Muitos, para não passarem ainda mais fome, e também por já estarem corrompidos na sua fé, aceitam adorar os deuses pagãos em troca de alimento. Além disso, para mostrar que não esqueceu a afronta do profeta Elias, ela ordena que haja sacrifícios de crianças, fazendo com que todos fiquem desesperados.

Este ambiente de tensão e conflito envolve toda Samaria, que se transformou em um verdadeiro caos. Uns apoiando e outros rechaçando as atitudes do rei Acabe e da princesa fenícia. Manifestações contrárias e favoráveis dividem os israelitas.

Enquanto isso, em Jezreel, cidade não tão próxima dali e que não sofre com a seca, Nabote (Flávio Galvão) e sua família cultivam uvas em sua vinha. Seu vinho é o melhor da região e muito apreciado pelo rei de Israel. Em uma das idas de Nabote e seu filho, Tadeu (Victor Sparapane), ao palácio, para levar vinho, Jezabel se encanta por Tadeu e não sossega enquanto não consegue seduzi-lo.

Tadeu, que é casado com Hannah (Juliana Boller), vai se deixando envolver pela sedução implacável da rainha, e a questão que fica é: será que Tadeu, tão apaixonado por sua esposa, vai traí-la com Jezabel?

Mas não existe somente este impasse. Muitos casais também terão que provar o seu amor diante de tudo o que vem ocorrendo. Por exemplo, será que o amor resistirá à impetuosidade de Raquel (Sthefany Britto), uma israelita boa, porém temperamental, que quase sempre se precipita em suas ações e assim se prejudica? Será que Micaías (Guilherme Dellorto), seu noivo, irá aceitar se casar com alguém que sempre troca os pés pelas mãos? Haverá confiança nesse relacionamento?

E quanto a Barzilai e Queila (Juliana Knust), será que o amor deles resistirá a tanta injustiça por parte de Jezabel? Barzilai se apaixona pela fenícia Queila, viúva e cunhada de Jezabel.

Queila adoece assim que chega a Samaria com Jezabel e sua comitiva. Ela é mãe de Baruch, filho de Hailama, irmão de Jezabel, morto em uma batalha. Por medo de que a doença se espalhe pelo palácio, Acabe ordena que Barzilai, seu general, cuide de Queila, em sua casa, que fica fora do palácio. Barzilai, a princípio, não gosta, mas, com a convivência, o casal acaba se apaixonando, mas esse amor terá que enfrentar muitos obstáculos até se firmar.

Um deles é a ida de Queila para Sarepta. Ela foge para lá, com a ajuda de Barzilai, depois que ela revela a Acabe a trama de Jezabel para prejudicar o general. Jezabel fica furiosa com a traição da cunhada e a deporta para a Fenícia, mas ela consegue fugir para Sarepta, com o filho. Ali, ela e Baruch sofrem com a miséria que reina na região. Mas, um dia, quando ela vai colher gravetos para fazer a última refeição com o filho, ela encontra Elias, que foi até ela, por ordem de Deus, a fim de alimentá-la. É quando ocorre o milagre da multiplicação da farinha e do azeite. Elias fica hospedado com Queila por um período, até que Baruch adoece e morre. Queila se desespera e Elias ora em Baruch, que ressuscita, para a felicidade de sua mãe.

Na caçada a Elias, que a essa altura já recebeu uma nova ordem de Deus e foi embora de Sarepta, Hannibal encontra Queila. Muitas revelações são feitas e Queila volta para Samaria, com a ajuda do general fenício. Ao voltar para Samaria, escondida, Queila conta a Barzilai um fato sobre o seu passado que o deixa chocado. Apesar da grande decepção do general israelita, ele não deixa de amá-la.

A seca já castiga Israel há mais de três anos. Acabe é informado que os seus cavalos estão morrendo por falta de alimento e decide, junto com Obadias, procurar erva para salvar a vida dos seus animais. É nessa busca por ervas que ele encontra Elias, que  afirma que todo o povo deve se reunir no Monte Carmelo, junto com os mais de 800 profetas de Baal e Aserá. Ali, o profeta provará que só Deus é SENHOR. Acabe aceita e todo o povo é convocado.

No monte, Elias propõe um desafio: que os profetas de Baal coloquem um cordeiro sobre um altar de pedras e invoquem Baal para que mande fogo do céu e consuma a oferenda. Mas os profetas, mesmo depois de clamarem muito e se autoflagelarem, não conseguem obter resposta. Elias, porém, clama a Deus e, no mesmo instante, o fogo cai, consumindo o seu cordeiro, e assim fica provado que existe apenas um Deus. Elias mata os profetas de Baal, aumentando a fúria de Jezabel, que ordena a sua morte. Elias, que acreditava que Acabe se voltaria novamente a Deus depois do desafio, é tomado por uma enorme tristeza ao saber que o rei não se opôs à ordem de sua esposa. Ele segue para o deserto e se refugia no Monte Horebe.

Enquanto isso, a prosperidade volta a Samaria, pois a seca chegara ao fim. Há água e alimento, as pessoas voltaram a sorrir e a viver, mas muitos continuam apegados à idolatria, e outros, por terem perdido sua família, se revoltam, passando a fazer coisas que jamais pensaram em fazer.

O tempo passa e Jezabel engravida de Acazias, herdeiro do trono de Acabe. Este é avisado de que o exército sírio está marchando rumo à Samaria. O rei se lembra do motivo pelo qual se casou com Jezabel: ele temia o poder assírio, por isso queria fazer aliança com a Fenícia. Ele fez o acordo e se casou com Jezabel, mas, agora, quem deseja atacar Israel é a Síria, que se aproxima poderosa.

Os mensageiros do rei sírio, Ben-Hadade, vão até Acabe e lhe informam que ele deve entregar suas mulheres e suas riquezas. Acabe avisa que assim o fará. Contudo, Ben-Hadade decide exigir mais.

Naamã (Pedro Henrique Moutinho), capitão do exército da Síria, entra disfarçado em Samaria. Mas ele é visto por Samira (Lais Pinheiro), filha mais nova de Obadias, e serva do palácio. Antes que ela possa denunciar a sua presença, Naamã sequestra a moça. Enquanto isso, Jezabel convence Acabe a lutar e a expulsar os sírios. Acabe envia mensageiros ao rei sírio dizendo que não lhe dará nada!

Ao ouvir do profeta Inlá (Leonardo Franco), pai de Micaías, que Deus entregará os sírios em suas mãos, Acabe resolve ir pelejar. Sob orientação da palavra do Senhor, o rei Acabe impetra um ataque contra Ben-Hadade, invadindo o acampamento dos sírios enquanto estes bebem. Naamã avisa ao rei Ben-Hadade do ataque dos israelitas e este consegue escapar. Na fuga, Naamã leva consigo Samira.

Acabe e seus comandantes festejam a vitória, mas Inlá, o profeta, fala novamente ao rei, em Nome do Senhor, alertando-o que dali a um ano a Síria o atacará novamente.

No monte Horebe, Deus fala com Elias e o reanima. Ali, ele recebe novas instruções. Elias então parte para cumprir as ordens do Senhor.

Nesse interim, Samaria desfruta de um tempo de paz. Soldados se preparam para enfrentar a Síria, em menos de um ano; Jezabel está na gestação de seu segundo filho, Jorão, que nascerá em alguns meses, mas mesmo assim não esquece seu plano de vingança contra Elias.

Elias, finalmente, chega em Jezreel e encontra Eliseu lavrando a terra. Ao encontrá-lo, Elias coloca sobre ele o seu manto. Eliseu logo compreende que o sucederá, que aquele é um chamado e que deve partir com Elias. Antes, Eliseu pede para se despedir de seus pais. Isto feito, Eliseu parte com Elias.

Um ano depois, a Síria ataca Israel e, mais uma vez, o Senhor promete a vitória a Acabe. A batalha se desenrola nas cercanias de Afeca. Também, mais uma vez, Ben-Hadade consegue escapar e se esconde na cidade. Um dos servos do rei sírio sugere que eles se disfarcem e cheguem até o rei Acabe pedindo clemência. Assim o fazem e Acabe fecha uma aliança com Ben-Hadade. Micaías, em Nome de Deus, diz a Acabe que ele deveria ter matado o rei sírio e não feito um acordo com ele. Por isso, sua vida será dada em lugar da dele.

Acabe fica preocupado com as palavras ditas por Micaías. Jezabel, mais uma vez, desdenha dos profetas e exige que o marido não dê atenção às bobagens ditas por Micaías.

Entristecido com as palavras de Micaías, Acabe vai para o seu palácio de marfim, em Jezreel, que fica ao lado das vinhas de Nabote. De seu palácio, o rei cobiça a próspera terra de Nabote e decide comprá-la. Porém, como é proibida, por lei, a comercialização de terras dadas por heranças, Nabote se recusa a vender. Não satisfeita com a recusa, Jezabel arma um maligno plano para matar Nabote e ficar com a propriedade dele.

Elias, que estava próximo a Samaria com Eliseu, recebe a palavra do Senhor, que lhe ordena a ir até Acabe, que se encontra na vinha de Nabote. O profeta prediz uma série de acontecimentos trágicos na vida do rei, por ele viver permitindo as maldades de sua esposa, Jezabel. Entre eles, está a morte do próprio Acabe e de Jezabel.

Acabe se humilha a Deus, e Ele fala a Elias que não trará todo o mal que prometeu a ao rei, mas aos filhos dele.

Algum tempo depois, o rei de Judá, Josafá, visita Samaria, a convite do rei Acabe, que pede que os dois reinos se unam para retomar da Síria a cidade de Ramote-Gileade. Josafá pede que ele consulte primeiro a palavra do Senhor. Acabe faz a consulta com falsos profetas e eles dão a vitória como certa. Josafá, porém, pergunta se em Samaria não há um profeta do Senhor. Acabe manda vir Micaías, mas alerta Josafá que este profeta nunca prediz nada de bom para ele.

Micaías revela que seus falsos profetas foram enganados por um espírito, que fez com que eles dissessem ao rei uma mentira sobre sua vitória. Ao ouvir Micaías dizer isso, o falso profeta Zedequias (Paulo Gabriel) se enfurece e o esbofeteia. Acabe ordena a prisão de Micaías e que sua liberdade seja dada somente quando ele voltar vitorioso, depois de tomar de volta Ramote-Gileade!

Jezabel incentiva o marido a aproveitar a guerra para se livrar do rei de Judá. Com isso, não só reconquistaria Ramote-Gileade, como também unificaria os Reinos do Norte e do Sul, sendo seu rei.

No dia da guerra contra a Síria, Acabe se disfarça de soldado comum, para não ser reconhecido pelos sírios, e pede que Josafá vá vestido com suas vestes reais. Assim, ele será confundido com Acabe e morrerá, pois será mais fácil Josafá, vestido de vestes reais, se tornar alvo das flechadas sírias do que um soldado comum, misturado entre os demais. Porém, uma flechada a esmo acerta um brecha da armadura de Acabe, e ele morre, conforme predisse Elias.

Anos depois, Acazias, filho de Jezabel e Acabe, assume o trono ao lado de Jezabel. Acazias e seu irmão Jorão são como água e vinho. Não se dão bem, discordam dos rumos que o reino de Israel tem que tomar… Jorão quer acabar com o templo de Baal e o poste-ídolo de Aserá, mas Acazias não concorda. Ao chegar a informação de que Moabe pretende invadir Samaria, Jezabel convence Acazias a enviar Jorão para conversar com o rei daquele lugar. Sua intenção é que o filho Jorão morra nas mãos do rei de Moabe. Jezabel não quer perder o templo, o instrumento de dominação dela.

Jorão parte e, em seguida, o rei Acazias sofre um acidente doméstico. Incentivado por Jezabel, Acazias envia mensageiros para consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom, para saber se ele se curará. Os mensageiros, porém, são interceptados por Elias, que pergunte se não há Deus em Israel. Assim, Elias faz os mensageiros voltarem para Samaria do meio do caminho. Lá chegando, Acazias indaga por que eles retornaram. Os mensageiros falam do encontro com Elias e o que ele lhes disse: que Acazias morerá.

Jezabel explode de ódio! O rei, incentivado por sua mãe, manda que matem Elias! Vários capitães do exército são enviados até Elias, mas todos morrem. Apenas o último, que se humilha, consegue fazer com que Elias vá até o rei. Ali, Elias confirma as palavras do Senhor. A profecia se cumpre e Acazias morre. Jezabel, no sepultamento do filho, jura vingança contra Elias!

Um tempo depois, Elias diz que Eliseu pode lhe pedir o que quiser. Eliseu pede que receba em dobro o espírito de Elias. O profeta, então, responde que, se a Eliseu for concebida a bênção de ver Elias sendo arrebatado, o pedido dele será atendido. E vão os dois andando até que Elias é arrebatado em um redemoinho.

Eliseu passa a substituir Elias e a fazer vários milagres, entre eles, a cura de Naamã. Quando este contrai lepra, Samira fala a ele que Eliseu, o profeta, pode curá-lo. Naamã procura Eliseu, que manda que ele se banhe sete vezes no Rio Jordão. Naamã é curado e dá a liberdade à Samira.

Eliseu, por ordem divina, unge Jeú, um comandante israelita, rei de Israel. Jorão, segundo filho de Acabe e Jezabel, já reina há doze anos em Israel. Nesse período, muitas guerras e conquistas foram realizadas por ele, principalmente no território de Moabe. Porém a questão de Ramote-Gileade e da Síria permanece sem solução. Em uma dessas batalhas, Jorão é ferido e volta para se curar em Jezreel. Jeú, então, parte com sua tropa rumo àquela cidade. Ali, Jorão está recebendo a visita do rei Acaziasfilho de sua irmã, Atália, com o rei Jorão, de Judá, quando um soldado lhe diz que uma tropa se aproxima.

Jorão envia um mensageiro até Jeú para perguntar se ele está indo até o rei em paz. Jeú mata o mensageiro. Jorão, rei de Israel, e Acazias, rei de Judá, vão até Jeú, que  se encontra na vinha de Nabote. Ali, ele o mata e joga o corpo dele nas terras de Nabote, como dizia a profecia de Elias. Jeú segue em direção a Jezreel, e Jezabel, no palácio, é informada da morte de Jorão e da aproximação de Jeú. Ela, com a ajuda de suas servas, se embeleza para tentar seduzir Jeú. Mas, quando este entra pelos portões do palácio, pede que lancem Jezabel da janela. Alguns eunucos a jogam de lá e Jeú a atropela com o seu cavalo. Jezabel tem uma terrível morte, pois sua carne é devorada pelos cães. E, assim, sua história chega ao fim.