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29 de Maio de 2020

CRISE DO CORONAVÍRUS


Mais de 1 em cada 6 jovens deixou de trabalhar desde o início da pandemia da Covid-19 no mundo, enquanto os que mantiveram o emprego tiveram uma redução de 23 por cento nas horas de trabalho, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho.

A pandemia da Covid-19 continua a afectar negativamente o mundo. Como se não fosse bastante várias empresas terem perdido lucros e despedido vários trabalhadores com anos de carreira, agora a quarta edição do relatório “Monitor OIT: COVID-19 e o mundo do trabalho, indica que os jovens estão a ser desproporcionalmente afectados pela pandemia e um dado relevante é que o aumento significativo e rápido do desemprego juvenil observado desde Fevereiro está a afectar mais as mulheres do que os homens.

Em 2019, a taxa de desemprego juvenil de 13,6% já era maior do que a de qualquer outro grupo. Havia cerca de 267 milhões de jovens que não trabalhavam, não estudavam nem estavam em treinamento em todo o mundo. Em termos económicos estes dados tornam-se preocupantes

Uma vez que várias empresas estão a trabalhar nesta pandemia em regime de teletrabalho, há um receio por parte dos jovens de que a sua prestação não seja tão necessária no futuro. Em Moçambique jovens que estão a trabalhar a partir de casa afirmam que é até mais complicado e que as responsabilidades são maiores.

A OIT elevou sua estimativa de perda de empregos no primeiro trimestre em 7 milhões, o que totaliza 135 milhões de postos.